Hotelaria Brasil supera R$ 500 mil em economia com energia
Migração para o mercado livre reforça atenção aos custos que impactam a hospedagem corporativa
A hotelaria em 2026 segue buscando formas de reduzir custos sem comprometer a operação dos empreendimentos. Nesse cenário, a Hotelaria Brasil superou R$ 500 mil em economia com a migração de unidades para o mercado livre de energia.
Segundo as informações, o projeto reduziu em cerca de 20% os custos de energia dos empreendimentos e utiliza fontes renováveis certificadas. Na prática, o movimento mostra como a gestão energética passou a ter peso maior na rotina dos hotéis, especialmente em operações que dependem de climatização, lavanderia e áreas de eventos.
Além disso, a energia representa uma despesa relevante para a hotelaria. Por isso, modelos que permitem acompanhar melhor o consumo ajudam os hotéis a proteger margens em períodos de maior demanda. Com isso, o setor ganha mais espaço para equilibrar custo operacional e padrão de atendimento.
Para empresas que planejam viagens, esse tipo de iniciativa também merece atenção. Hotéis com operação mais bem administrada tendem a lidar melhor com oscilações de custo, o que pode influenciar negociações, disponibilidade e condições comerciais.
Dessa forma, acompanhar a evolução da hotelaria em 2026 ajuda gestores de viagem a avaliar hospedagens com mais contexto. O preço segue importante, no entanto, a forma como o hotel conduz sua operação também pode pesar na decisão corporativa.
Fonte: Brasilturis
IA na hotelaria exige diagnóstico antes da adoção

Tecnologia pode apoiar hotéis quando parte de uma necessidade real da operação
A hotelaria em 2026 também discute o uso da inteligência artificial com mais maturidade. O ponto central, no entanto, não está apenas em adotar uma nova ferramenta, mas em entender qual problema ela deve resolver dentro da operação hoteleira.
Destacando que muitos hotéis ainda correm o risco de começar pela pergunta errada: onde encaixar a IA? Nesse caso, o caminho mais consistente é partir de um diagnóstico, identificando gargalos antes de investir em tecnologia.
Na prática, a IA pode apoiar a leitura de informações, acelerar respostas ao hóspede e melhorar decisões ligadas à rotina do hotel. Ainda assim, quando a adoção acontece sem clareza, a tecnologia pode criar novas etapas em vez de resolver problemas.
Para o viajante corporativo, o impacto tende a aparecer em processos de hospedagem mais simples e em atendimentos mais alinhados ao perfil da estadia. Porém, o cuidado humano continua sendo decisivo, principalmente quando há mudanças de última hora ou necessidades específicas do viajante.
Diante disso, empresas devem observar como os fornecedores utilizam tecnologia na prática. A adoção de IA faz mais sentido quando melhora o serviço e reduz atritos para quem viaja a trabalho. A Maringá Turismo acompanha esses movimentos da hotelaria para apoiar empresas na escolha de hospedagens alinhadas à política de viagens e ao objetivo de cada deslocamento.
Fonte: Hotelier News